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LINHA DO TEMPO

Programa Língua Indígena Viva no Direito (LIVD)

18 de Abril de 2024

Publicação da Portaria Interministerial que institui o Programa Língua Indígena Viva no Direito

É publicada a Portaria Interministerial AGU/MPI/MJSP nº 1, que institui o Programa Língua Indígena Viva no Direito. A medida foi assinada pelo Advogado-Geral da União, pela Ministra dos Povos Indígenas e pelo Ministro da Justiça e Segurança Pública, com base nas atribuições previstas no artigo 87, parágrafo único, incisos II e IV, da Constituição Federal.

08 de Novembro de 2024

Publicação do Edital de chamamento público

É publicado o Edital de Chamamento Público nº 02/2024, destinado à seleção de uma Organização da Sociedade Civil para celebração de Termo de Execução Cultural (TEC), conforme estabelece a Lei nº 14.903/2024.

25 de Março de 2025

Assinatura do Termo de Execução Cultural (TEC)

Ocorre a assinatura do Termo de Execução Cultural (TEC), realizada em Brasília, na sede da Advocacia-Geral da União (AGU). O ato consolidou a parceria entre a AGU e o Instituto de Direito Global (IDGlobal), marcando o início das ações voltadas à valorização das línguas indígenas no campo jurídico brasileiro. Este TEC é o primeiro do Brasil celebrado com base na Lei nº 14.903/2024.

28 de Março de 2025

Instituto de Direito Global (IDGlobal) é divulgado como selecionado no âmbito do Edital de Chamamento

Foi publicado no Diário Oficial da União o resultado do Edital de Chamamento Público nº 02/2024, tornando pública a seleção do Instituto de Direito Global (IDGlobal) para a celebração do Termo de Execução Cultural nº 1/2025/AGU – UASG 110792, vinculado ao Processo nº 00400.000691/2024-14.

17 de Maio de 2025

Consulta Prévia Tikuna (Tabatinga-AM)

A primeira consulta prévia do programa ocorreu junto ao povo Tikuna, em Tabatinga (AM). O encontro promoveu diálogo sobre os princípios e metodologias da tradução da Constituição Federal de 1988 e dos demais documentos jurídicos objeto do programa para a língua Tikuna, respeitando os protocolos culturais e garantindo o protagonismo das lideranças indígenas.



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24 de Maio de 2025

Consulta Prévia Kaingang (Aldeia Kógunh Mág)

Em seguida, foi realizada a consulta prévia com o povo Kaingang, na Aldeia Kógunh Mág. A atividade reuniu professores, lideranças e pesquisadores indígenas para discutir a importância da tradução da Constituição como instrumento de fortalecimento da língua e do direito indígena.



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5 de Junho de 2025

1ª Conexão IDGlobal – Mesa 1: LIVD (FDUSP – São Paulo)

O Instituto IDGlobal promoveu a 1º Conexão IDGlobal, no Salão Nobre da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo FADUSP.
A abertura contou com uma apresentação de dança tradicional do povo Baniwa (AM), conduzida por pesquisadores indígenas e pelo Prof. Edilson Baniwa (MPI).
A Mesa 1 foi dedicada ao Programa Língua Indígena Viva no Direito, com participação de representantes da AGU, do MPI e do IDGlobal.
Entre os temas abordados, destacaram-se:

  • Apresentação do LIVD e seus objetivos.
  • Atuação da AGU no programa.
  • Resultados parciais.
  • Leitura do preâmbulo da Constituição Federal nas línguas Kaingang, Kaiowá e Tikuna.


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16 de Agosto de 2025

Consulta Prévia Kaiowá (Aldeia Laranjeira Nhanderú – MS)

A terceira consulta prévia foi realizada na Aldeia Laranjeira Nhanderú, território Kaiowá, no estado de Mato Grosso do Sul. O encontro reforçou o compromisso do programa com a escuta comunitária e a valorização da língua Kaiowá como expressão viva do direito e da espiritualidade do povo.


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12 de Setembro de 2025

Cerimônia de Validação Tikuna (Comunidade Santo Antônio -Tabatinga/AM)

A cerimônia de validação da tradução da primeira parte da Constituição Federal para a língua Tikuna marcou a consolidação da primeira etapa do processo, celebrando o protagonismo coletivo dos tradutores e anciãos da comunidade.  

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19 de Setembro de 2025

Cerimônia de Validação Kaingang (Aldeia Kógunh Mág - Canela/RS)

O povo Kaingang realizou a cerimônia de validação da tradução da primeira parte da Constituição Federal, reafirmando a importância da língua originária como instrumento de autodeterminação e reconhecimento cultural.

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13 de Outubro de 2025

Roda de conversa sobre o LIVD na Aldeia COP

A roda de conversa reuniu representantes da AGU, do MPI e do IDGlobal na Aldeia COP, importante espaço de articulação e visibilidade dos povos originários durante a COP30. Ao lado de representantes de diversos povos indígenas, o diálogo abordou o LIVD, ressaltando a importância das traduções jurídicas em línguas originárias, da consulta prévia, livre e informada e do protagonismo indígena em todas as etapas do programa, fortalecendo o uso do conhecimento jurídico como instrumento de luta na agenda climática global. 

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23 de Outubro de 2025

Cerimônia de Validação Kaiowá (Amambai – MS)

A comunidade Kaiowá realizou, na escola indígena local, a cerimônia de validação da tradução da primeira parte da Constituição Federal de 1988. O evento reuniu representantes de órgãos públicos, lideranças indígenas, professores e tradutores. O momento mais marcante foi a presença de alunos e alunas que, pela primeira vez, tiveram contato com a Constituição em sua própria língua.

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12 de Novembro de 2025

AGU na COP30: Desafios na Implementação dos ODS e Apresentação do LIVD

Durante a COP30, o IDGlobal esteve presente na sede da AGU Belém para apresentar os resultados do Programa Língua Indígena Viva no Direito. Na ocasião, os pesquisadores Amanda Teles, Amirele Machado e Cristian Wari’u realizaram a entrega simbólica ao público dos exemplares das primeiras traduções da Constituição de 1988 nas línguas Tikuna, Kaingang e Kaiowá. O evento destacou a importância de garantir que os povos originários não apenas acessem seus direitos, mas compreendam e construam o conceito de Direito através de suas próprias línguas e perspectivas étnicas. 

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13 de Novembro de 2025

Programa Língua Indígena Viva no Direito na Aldeia COP

Como parte das agendas da COP30, a Advocacia-Geral da União (AGU) e o IDGlobal promoveram espaços de diálogo e divulgação do Programa Língua Indígena Viva no Direito (LIVD) dentro da Aldeia COP, espaço que reuniu povos originários de todo o Brasil e do mundo. A iniciativa buscou ampliar o alcance do projeto, apresentando as traduções constitucionais e debatendo a importância da justiça plurilíngue diretamente com as lideranças e participantes presentes no evento climático global.

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14 de Dezembro de 2025

Entrega da 2ª parte da Constituição Federal para o povo Kaingang

Iniciando um novo ciclo de entregas do LIVD, o povo Kaingang recebeu a tradução da segunda parte da Constituição Federal, que inclui o crucial artigo 225 sobre o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. O evento simbolizou o encontro entre direito, território e língua viva, consolidando o texto constitucional como uma ferramenta prática de defesa dos modos de vida e das florestas. A ação teve apoio especial da Associação de Difusão Cultural de Canela e condução do pesquisador Ademir Kaingang, fortalecendo a justiça a partir dos territórios do sul do país.

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15 de Dezembro de 2025

Entrega da 2ª parte da Constituição Federal para o povo Kaiowá

Foi realizada a cerimônia de entrega da segunda parte da Constituição traduzida para o povo Kaiowá. O destaque desta etapa foi a inclusão do artigo 225, assegurando o entendimento do direito ambiental na língua originária. O trabalho contou com a dedicação das pesquisadoras do IDGlobal e dos tradutores tradicionais Kaiowá, reafirmando o compromisso com um direito que vive nas línguas indígenas. 

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18 de Dezembro de 2025

Entrega da 2ª parte da Constituição Federal para o povo Tikuna

Encerrando o ciclo de atividades de 2025, foi realizada a entrega dos novos artigos da Constituição Federal traduzidos para a língua Tikuna, na região do Alto Solimões. O evento marcou a consolidação do artigo 225 na língua do povo Tikuna, conectando diretamente a proteção constitucional à defesa das águas e florestas. Esta etapa reafirmou o princípio central do LIVD de que o direito se constrói com reconhecimento dos saberes ancestrais, transformando a Constituição em uma ferramenta viva e próxima da realidade das comunidades amazônicas. 

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